
Salto de esqui: regras e como funciona a modalidade olímpica
Salto com esqui: como funciona? Quais são as regras? Diferentemente do esqui alpino, tradicional esporte praticado nos resorts de neve, o objetivo do salto com esqui é marcar mais pontos que os outros competidores. Cada atleta deve sair da barra de início (ou portão de largada), descer por uma rampa especialmente construída, conhecida como in-run, até alcançar a rampa final na qual esquiará. A partir daí, cada competidor tenta ‘voar’ o mais longe possível e, então, pousar com sucesso na colina íngreme; o mais próximo que puderem da linha de referência chamada K-point ou Ponto Crítico.
Durante a descida, o atleta pode chegar a 96 km/h e, entre o ponto de início e a aterrissagem, o esquiador leva menos de 10 segundos. Por isso, além de toda técnica e preparo físico, a força mental é fundamental para o salto sair sem falhas. Qualquer deslize acaba contribuindo para um salto mais curto.
Nas provas, além da distância final, os cinco juízes avaliam o estilo do “voo” e a distância em relação ao K-point. Os saltadores obtêm 60 pontos automáticos por salto se pousarem no Ponto Crítico. A pontuação é reduzida a cada metro a menos da K-Point, e aumentada para cada metro além da linha. A condição do vento na hora do salto de cada atleta e a localização da barra onde os atletas iniciam a descida na rampa também são levadas em consideração na avaliação dos juízes.